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Alvina Marega se dedica ao serviço voluntário para os que mais precisam

Mulheres de Fibra


No auge dos 72 anos, a nossa ‘Mulher de Fibra’ desta edição, tem muita disposição para o trabalho e apesar de já não exercer o ofício de professora primária, em virtude da aposentadoria, ela não pensa em parar de trabalhar e diz que o trabalho lhe traz um novo sentido a vida.

Natural de Braúna (SP), Alvina Corrêa Cota Marega chegou a Pacaembu no ano de 1961 e desde então sempre viveu na ‘Cidade Paraíso’. Aqui constituiu família e tem se dedicado como voluntária a causas filantrópicas, auxiliando entidades do município.

Dona Vina, como é carinhosamente conhecida, desempenha atividades voluntárias no Lar dos Idosos e presta serviços em atividades sociais ligadas a Paróquia Nossa Senhora das Graças, além de atender prontamente aos chamados de outros seguimentos da comunidade pacaembuense.

“A vida é muito melhor quando você trabalha em favor do próximo. Com o trabalho voluntário, descobri uma forma de encarar melhor as coisas e me traz um novo sentido da vida”, revelou.

Dona Alvina explica onde busca inspiração para servir de forma voluntária e diz como é gratificante ajudar os que mais precisam.

“Ao visitar as pessoas carentes da nossa comunidade, percebi a carência daqueles que não têm quase nada e mesmo assim são gratos a Deus. Senti-me no dever de doar um pouco mais do que recebi”, disse.

Religiosa, Dona Vina explica que o serviço voluntário é, sobretudo, uma forma de amenizar ou abreviar as vulnerabilidades de outras pessoas.

“Como cristã, sinto-me no dever de ter um olhar de caridade para aqueles que sofrem o abandono e muitas vezes faltam-lhe o mínimo para sobreviver: companhia, amor, carinho, compreensão, alimento ou mesmo uma palavra de conforto”, descreveu.

Nossa ‘Mulher de Fibra’ explica que o trabalho voluntário exige lançar mão de muitas coisas para fazê-lo.

“Muitas vezes temos que deixar de lado nossos afazeres e dedicar-nos um pouco aos nossos irmãos menos favorecidos. No entanto, a gratidão daqueles que recebem é tão evidente, que nos traz uma paz interior, na certeza que estamos fazendo o que Deus nos ensina”, explica.

Finalizando, Alvina aconselha aqueles que pretendem dedicar-se ao serviço voluntário e convida-os a assumir o compromisso de ajudar os mais necessitados.

“Não julgar aqueles que ainda não foram tocados a doar-se e ver somente a necessidade de nossa comunidade como um todo, pois os serviços são diversificados. Fica aqui meu convite a todos, que façam a experiência de doar-se também ao próximo, pois estamos necessitados de colaboração”, finaliza.


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