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Carmela Ziliotti expressa sentimento de ajudar ao próximo

Mulheres de Fibra


“Para mim, ser voluntária é poder distribuir um pouquinho de mim”, diz a professora aposentada

E mais uma vez, como tem sido nos dois últimos meses, ‘O Pacaembuense’ apresenta novamente a sua coluna especial, que se destina a apresentar mulheres da ‘Cidade Paraíso’, que através de suas histórias e vivências, se empoderaram e passaram a ser sinônimo de garra, coragem e até mesmo ousadia pelos feitos e pela forma como vivem.

Para esta edição, convidamos uma jovem senhora de 71 anos, que tem paixão pela música e extravasa seu talento a serviço da sua fé e religião, apresentando-se nas missas.

Carmela Neuza Ziliotti Dutra é uma professora aposentada, que chegou a Pacaembu no ano de 1960.

Nascida em Maripá, um antigo distrito de Lucélia e que atualmente é o município de Pracinha, Carmela pisou seus pés na ‘Cidade Paraíso’ para morar, quando tinha apenas 12 anos.

De lá para cá muitas coisas aconteceram na vida da professora e uma delas, foi descobrir o prazer em ajudar ao próximo.

“Vem de tradição dos meus pais, que tinham propriedade rural e lá era costume ajudar e colaborar uns com os outros”, disse Carmela.

Carmela explica o sentimento de poder contribuir com as demais pessoas e justifica pela fé a gratidão de poder ajudar.

“Sinto que estou ganhando presentes, graças e bênçãos de Deus. Elas é que me deixam preenchidas do grande amor misericordioso do Pai”, externa.

A aposentada manifesta o sentimento de ser voluntária e destaca que retribui as oportunidades que teve na vida.

“Para mim, ser voluntária é poder distribuir um pouquinho de mim àqueles que não tiveram a mesma oportunidade de conhecer que a partilha é a porta de entrada do Reino de Deus”, disse.

Carmela ainda falou sobre a influência da igreja na sua vida e de como foi importante aprender mais sobre ser solidária.

“Minha igreja, Católica, sempre nos orientou através das pastorais, cursos e a própria palavra de Deus, que nos direciona a enxergar o Cristo em nossos irmãos mais necessitados”, disse.

Carmela finalizou dizendo que sempre se identificou com as áreas assistencial e de saúde.


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