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“Mulher de Fibra”- Elisabete Maria Gratão dos Santos

Bete” deixa transparecer em suas narrativas, referências que a motiva no seu dia a dia. “Vou citar duas: Minha Mãe e Nossa Senhora.

Fonte: Da Redação
18/05/2020

Sempre com bom humor, elegância e buscando novos aprendizados, a professora Elisabete Maria Gratão dos Santos participou esta semana do quadro “Mulher de Fibra,” do Jornal “O Pacaembuense”.


“Bete”, como é conhecida por todos, nasceu em Pacaembu. Ela é filha do casal José Gratão (in memoriam) e Adélia Catarina Gratão, possui três irmãos (Maria Aparecida Gratão Guarato, José Antônio Gratão (in memoriam), Carlos Roberto Gratão) e é casada com Marivaldo dos Santos há 28 anos.


A professora “Bete” atua há 28 anos na área de ensino e acredita que por vocação escolheu esta profissão, porém foi influenciada literalmente pelas habilidades da irmã.


“Acredito que primeiro pela vocação e também pela inspiração da minha irmã “Cute” que é professora. Desde pequena eu já a admirava e dizia que quando crescesse eu iria ser professora como ela. Outras pessoas lindas que confirmaram minha vocação foram as minhas inesquecíveis professoras primárias: Dona Didi, Maria José Fernandes e Inês Pranuvi”.


“Bete” desenvolve soluções criativas dentro e fora da sala de aula, desempenhando um importante papel na vida de seus alunos e das pessoas que estão ao seu redor. Ela acredita que o segredo para ter sucesso é primeiramente amar aquilo que faz.


“Eu amo ser professora. Vou citar uma frase para explicar melhor: “encontre um trabalho que ama e você nunca mais trabalhará um dia sequer em sua vida (Confúcio)”. Simples assim”.


Questionada no que a motiva no dia a dia, Bete evidenciou o amor, sua essência de vida.


“O amor, afinal ele mora dentro de nós. Amor à minha família, meus amigos, meus alunos, às pessoas (Amo incondicionalmente e indistintamente), meus desejos, minhas vontades e a dedicação em fazer tudo àquilo que gosto e independente de dificuldades, obstáculos, problemas, a vida é um bem precioso que devemos saber usar enquanto nos é permitido ficar por aqui”.


Católica, ela menciona vários grupos que participou ao longo dos anos na comunidade, mas segundo a mesma, por motivos de força maior, no momento está unicamente no Ministério de leitores.


“Bete” deixa transparecer em suas narrativas, referências que a motiva no seu dia a dia.


“Vou citar duas: Minha Mãe e Nossa Senhora. A minha Mãe porque tem um pouco de Nossa Senhora, e Nossa Senhora porque tem muito de Mãe. São duas mulheres singelas, doces, humildes, de muita fé e oração”.


Pelo momento que estamos vivendo, ela finaliza o quadro sugerindo a todos, a música “Enquanto houver Sol” do Titãs e deixa um trecho dela para refletirmos.


“Quando não houver saída, quando não houver mais solução, ainda há de haver saída, nenhuma ideia vale uma vida”.



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