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Dia do Feirante: Alberto Akiyama: 15 anos de histórias e sabores na feira

“Desejo aos amigos feirantes saúde, paz e vida longa”.

Fonte: Da Redação
25/08/2026

Toda feira tem seus cheiros, suas cores e seus personagens. Tem o bom dia do feirante, a conversa que se prolonga, o cliente que já virou amigo e aquele sabor que a gente reconhece de longe. É nesse cenário de encontros que o trabalho do feirante ganha um significado especial.


Nesta terça-feira, 25 de agosto, o Brasil celebrou o Dia do Feirante, uma data para homenagear quem, faça sol ou chuva, acorda cedo e mantém viva uma das tradições mais queridas das cidades.


Em Pacaembu, uma dessas histórias é a de Alberto Kiyoshi Akiyama, que há 15 anos dedica parte de sua vida à feira. Tudo começou quando sua mãe pediu sua ajuda. O que era apenas uma mão estendida para a família acabou se transformando em profissão, amizades e muitas histórias.


Para Alberto, a maior recompensa vai além da venda. Está no elogio de um cliente, no reencontro com velhos amigos e na satisfação de oferecer um produto que chega à mesa das famílias. E se existe um sabor que representa sua banca, é o yakisoba, seu verdadeiro carro-chefe.


Entre tantos dias de trabalho, o clima talvez seja o maior desafio. Mas a feira não escolhe tempo: com sol ou com chuva, o feirante está lá, esperando por seus clientes e mantendo viva essa tradição.


Para o futuro, Alberto faz um desejo simples e bonito: que a feira continue existindo para sempre. Aos companheiros de profissão, deixa também sua mensagem: “Desejo aos amigos feirantes saúde, paz e vida longa”.


Porque feira não é apenas comércio. É encontro, é conversa, é memória. É o cheiro que chama, o sorriso que acolhe e a amizade que permanece.


Neste Dia do Feirante, nossa homenagem a todos aqueles que, com trabalho e dedicação, fazem da feira um lugar onde a cidade se encontra.



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